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Marta Villela
Marta Villela
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6 meses atrás
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1 dia atrás
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A BÍBLIA   A Bíblia é dividida em duas grandes partes: o Antigo e o Novo Testamento.  Antigo Testamento:  livros que relatam a história do povo de Deus desde a criação do mundo até a preparação para a vinda de Cristo. Novo Testamento: narra a vida de Jesus, o início da Igreja e os ensinamentos para a vida cristã.   No Antigo Testamento, encontramos: Pentateuco: os cinco primeiros livros (Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio), que narram a criação, a história dos patriarcas e a aliança de Deus com Israel. Livros Históricos: contam a história do povo de Israel, incluindo suas lutas, conquistas e infidelidades, do período de Josué até o exílio (Josué, Juízes, Rute, 1Samuel, 2Samuel, 1Reis, 2Reis, 1Crônicas, 2Crônicas, Esdras, Neemias, Tobias, Judite, Ester, 1Macabeus e 2Macabeus). Livros Sapienciais e Poéticos: oferecem sabedoria e orientação para a vida, além de orações e cânticos (Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes, Cântico dos Cânticos, Eclesiástico e Sabedoria) Livros Proféticos: escritos pelos profetas, que transmitiram a mensagem de Deus ao povo, chamando-o ao arrependimento e anunciando a vinda do Messias (Isaías, Jeremias, Oséias, Joel, Amós, Obadias, Jonas, Miquéias, e Naum)   LIVROS DO NOVO TESTAMENTO   · Evangelhos sinópticos (Mateus, Marcos e Lucas - têm muitas semelhanças entre si ). · Evangelho de João (maior desenvolvimento teórico, influência filosófica de época) · Atos dos Apóstolos (narram a missão dos apóstolos após a Ressurreição de Cristo) · Epístolas de Paulo (historicamente, os primeiros escritos do NT) · Epístolas Católicas (Pedro, Tiago, Judas): dirigidas a todos os fiéis, por isso, universais. · Apocalipse (escrito por João, na base de códigos, símbolos). Quem escreveu a Bíblia?   Já dissemos que ela foi totalmente inspirada por Deus. Para definirmos inspiração, seguimos o conceito descrito por São Tomás de Aquino:    "É a ação de Deus, movendo e dirigindo o autor na produção do livro, preservando-o de erros, de forma que é Deus o autor e o homem mero instrumento usado para escrever"     Vemos, assim, que os livros da Bíblia foram escritos por homens movidos pela ação direta de Deus, de forma a prevenir erros, fazendo que aceitemos Deus como autor principal e o homem como autor secundário. O homem é instrumento de Deus e é movido e dirigido por Ele.    POR QUE PRECISAMOS LER O ANTIGO TESTAMENTO? O Novo Testamento é o cumprimento das profecias do Antigo Testamento. Assim, vamos compreender melhor a Palavra de Deus se conhecermos toda a Bíblia.   Os livros são divididos em capítulos (números grandes) Os capítulos, por sua vez, se dividem em versículos (números pequenos)
1 dia atrás
ANOS LITÚRGICOS A, B E C (Pe. Luiz Camilo Júnior, C.Ss.R.) O Ano Litúrgico começa com o Tempo do Advento, quatro semanas antes do Natal, e termina com a Solenidade de Cristo Rei, no ano civil seguinte.  A Igreja, para celebrar o Mistério de Cristo presente na Palavra que é proclamada, dividiu as celebrações dominicais ao longo de três anos litúrgicos, chamados de: Ano A, Ano B e Ano C. A Igreja desejou que as leituras bíblicas proclamadas na liturgia dominical voltassem a ser lidas novamente após três anos, e assim se organizou o Ano Litúrgico em 3 ciclos de leituras (Evangelho e demais livros do Antigo e do Novo Testamento).  No Ano A lemos o Evangelho de Mateus (que celebramos em 2026); no Ano B o Evangelho de Marcos e no Ano C, o Evangelho de Lucas. O Evangelho de João é reservado para ocasiões especiais, principalmente festas e solenidades. Seguindo este ciclo dos três anos Litúrgicos A, B e C, consegue-se ter uma grande visão de toda a Bíblia, pois cada ano litúrgico tem uma sequência de leituras próprias.
5 dias atrás
O SINAL DA CRUZ O sinal do cristão é o Sinal da Cruz. A Missa inicia-se com o sinal da Cruz, assim como toda oração ou trabalho deve ter início com este sinal. Ao iniciar um trabalho com o sinal da cruz lembramos que Jesus está presente entre nós, pois  ele disse: Porque “onde dois ou três estão reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.” (Mateus 18, 20) Ao benzer-se, [o sacerdote] volta para si a palma da mão direita com todos os dedos juntos e estendidos, faz o sinal da cruz da fronte ao peito e do ombro esquerdo ao direito. O primeiro testemunho claro da prática devocional do sinal da cruz está registrado no De corona militis, de Tertuliano. Diz ele: Em cada caminhada e movimento, em cada entrada e saída, no vestir, no calçar, no banho, no estar à mesa, no acender as luzes, no deitar, no sentar, no lidar com qualquer ocupação, marcamos a testa com o sinal [da cruz]. Tertuliano se refere nessa passagem a uma tradição, isto é, a uma prática que, entre os sécs. II-III, já era costume entre os fiéis. O sinal por ele mencionado, no entanto, se há de identificar, provavelmente, com o pequeno sinal da cruz que até hoje traçamos sobre a fronte ao nos persignarmos. O gesto, aliás, tem um sólido fundamento bíblico, como se vê em Ez 9, 4, onde lemos: “Passa no meio da cidade, no meio de Jerusalém e marca com um tau (Τ) na testa dos homens que gemem por tantas abominações que nela praticam”. Trata-se de um sinal presente em uma profecia do Antigo Testamento, e não demoraria muito para que a Igreja nele reconhecesse uma prefiguração da cruz salvadora de Jesus Cristo. Não é de estranhar, pois, que o pequeno sinal da cruz se tenha ido estendendo pouco a pouco. Sabemos também que, quando das primeiras controvérsias cristológicas, muitos fiéis passaram a traçar um sinal da cruz maior, unindo dois dedos — o polegar e o índice —, para atestar de maneira mais visível a fé na dualidade de naturezas, divina e humana, na única pessoa do Verbo de Deus. O SINAL DA CRUZ foi amplamente assimilado pela cristandade medieval, que lhe deu feição própria Vale a pena recordar ainda o SINAL DA SANTA CRUZ, de origem ibérica, pelo qual se traça o pequeno sinal da cruz sobre a fronte, os lábios e o coração antes de benzer-se, enquanto se recita a oração: “Pelo sinal da santa cruz, livrai-nos, Deus, nosso Senhor, dos nossos inimigos”. É um modo de pedir a Deus o livramento de todos os males.
13 dias atrás
Campanha da Fraternidade 2026   Tema: “Fraternidade e Moradia” Lema: “Ele veio morar entre nós” (Jo 1,14) A imagem da campanha, desenvolvida pela equipe de Comunicação da CNBB destaca a escultura “Cristo sem-teto”, criada por Timothy Schmalz, que retrata Jesus em uma situação de vulnerabilidade, incentivando a reflexão sobre Sua presença nas áreas mais carentes.“A mensagem é clara: é preciso se aproximar para reconhecer o Cristo presente nas periferias e entre os empobrecidos. Deus habita nossas cidades, mas muitas vezes está escondido nos que mais sofrem”, explicou padre Jean. A campanha tem como objetivo chamar a atenção para a necessidade de um lar digno, um princípio essencial da fé cristã. No Brasil há um déficit habitacional de 6 milhões de moradias e 26 milhões de residências inadequadas. Asituação clama por uma transformação social e por ações concretas que assegurem um lar digno a todos. A Campanha da Fraternidade, que ocorre todo ano durante a Quaresma, convida a população a se envolver na construção de uma sociedade mais justa, onde o direito à moradia digna seja respeitado. Fonte: https://www.a12.com/redacaoa12/noticias/conheca-a-nova-campanha-da-fraternidade-da-cnbb-para-2026  
17 dias atrás
A Festa da Sagrada Face, celebrada na terça-feira de Carnaval, é um chamado silencioso em meio ao barulho do mundo. A Igreja nos convida a fixar o olhar no Rosto ferido de Cristo — o Rosto desprezado, cuspido, coroado de espinhos. Há uma dor esquecida que pede consolação. Há um Amor ultrajado que pede reparação. A devoção à Sagrada Face está ligada ao sentido de reparação: embora Deus não necessite, por ser perfeito, somos chamados a reparar as ofensas por amor e gratidão. A atitude correta é a da pecadora arrependida que muito amou porque muito lhe foi perdoado, buscando crescer espiritualmente ao consolar Jesus em sua Paixão.O rosto expressa a identidade da pessoa; por isso, contemplar a Face de Cristo — desfigurada pelo sofrimento — é contemplar o próprio amor de Deus manifestado na Cruz. Essa espiritualidade aparece no gesto de Verônica, que enxuga o rosto de Jesus, simbolizando o amor que supera o ódio. ORIGEM: A Festa da Sagrada Face foi instituída pelo Papa Pio XII, em 1958, e teve sua origem a partir das revelações recebidas pela Beata Irmã Maria Pierina de Micheli, a quem Jesus pedia que fosse feita uma reparação pelas ofensas cometidas contra Ele. Essas revelações iniciaram numa Sexta-feira Santa — quando irmã Pierina tinha ainda 12 anos de idade —, durante o tradicional beijo ao Cristo Crucificado. Nessa ocasião, ela ouviu a inspiração interior de Jesus que lhe dizia: “Todos Me beijam as chagas, mas ninguém beija o Meu rosto para reparar o beijo de Judas”. Nos séculos XIX e XX, a devoção foi difundida por figuras como a Venerável Maria de São Pedro, o leigo Léon Papin Dupont, a Beata Maria Pierina e Santa Teresinha do Menino Jesus, estando ligada tanto ao véu de Verônica quanto ao Santo Sudário. No Brasil, a Festa da Sagrada Face é celebrada como reparação pelos pecados cometidos especialmente no carnaval, à luz da Palavra: “onde abundou o pecado, superabundou a graça” (Rm 5, 20).A devoção à Sagrada Face consiste em amar Cristo na sua Paixão, oferecer reparação pelas ofensas — como o beijo de Judas — e buscar conversão, deixando-se transformar pelo encontro com o seu olhar, como aconteceu com Pedro.
19 dias atrás
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