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CARNAVAL
Iniciado por Marta Villela

CARNAVAL
O termo Carnaval vem do latim “carne vale”, isto é, “adeus carne” ou “despedida da carne”.
No Carnaval o consumo de carne era considerado lícito pela última vez antes dos dias de jejum quaresmal.
Temos ainda as origens pagãs do Carnaval: entre os gregos e romanos havia um desfile em forma de nave dedicada ao deus Dionísio ou Baco, que em latim se dava o nome de currus navalis (Carnavale).
Datam do séc. VI antes de Cristo, na Grécia as figuras mascaradas a desfilar em procissão ao som de música cultuando o deus Dionísio, com suas fantasias e alegorias.
O Carnaval é uma festa com influências do mundo todo. O Rei Momo, por exemplo, tem origem Babilônica — “Momo”, na mitologia grega, era o deus do sarcasmo e do delírio.
O Carnaval hoje é conhecido hoje como a despedida da carne (em sentido amplo – da carnalidade, materialidade) antes do período de penitência da Quaresma. Assim, a data do Carnaval passou a ser definitivamente atrelada à da Páscoa, como acontece até hoje.
Disse o papa Bento XVI que uma tradição pagã de região alemã, onde vestiam-se com máscaras em ritos de expulsão do inverno e dos poderes demoníacos, para assegurar que o plantio e a fecundidade da terra não fossem atrapalhados pelo inverno.
Bento XVI fez um paralelo dessa máscara demoníaca com o carnaval: no mundo cristão, ela se converte em uma máscara divertida: a luta contra os demônios se converte em uma alegria prévia à seriedade da quaresma. Mesmo as máscaras que simbolizam deuses tornaram-se agora parte de um espetáculo divertido, expressando uma alegria de quem agora pode dar risada daquela mesma coisa que causava medo. Neste sentido, completa o Papa, no Carnaval se esconde sem dúvida a libertação cristã.
(Minha Biblioteca Católica)
O que há de errado com o Carnaval?
Antes de toda Quaresma há um Carnaval.
A grande tragédia de nossa época é o homem moderno ter transformado “a sua vida em uma festa de Carnaval prolongada”. No fundo, as pessoas não se entregam ao pecado só numa época do ano para se comportarem bem nas outras. Para muitos, o Carnaval tornou-se praticamente um “estilo de vida”. E essas pessoas não conseguem sequer conceber um outro modo de viver, senão este de brigas, bebedeiras e sexo desregrado.
Nem todas as pessoas que “pulam carnaval” se divertem dessa forma pecaminosa, é verdade. É possível se divertir honestamente, evitando o pecado e as ocasiões de cair nele, e o próprio Santo Tomás de Aquino chega a associar o bom divertimento a uma virtude específica em sua Suma Teológica.
Pe. Paulo Ricardo indica as diferenças que existem entre:
o a alegria pecaminosa em que muitos passam esses dias,
o a alegria sadia de quem sabe gozar honestamente das coisas deste mundo e, por fim,
o a alegria realmente sobrenatural de quem tem os olhos fixos, não nos bens passageiros desta existência, mas na vida eterna com Cristo.